O termo Ruby Coin, comumente associado ao símbolo de token RUBY, refere-se tipicamente a um de dois projetos distintos no espaço de criptomoedas e Web3. O primeiro projeto, frequentemente comercializado como Ruby Coin ou Ruby Currency, foi fundado por Samir Keshari e lançado no final de 2020. Esta iniciativa foi apresentada como uma criptomoeda descentralizada construída para facilitar as finanças globais e o e-commerce. Inicialmente lançado como um token ERC-20 na rede Ethereum, o projeto mais tarde afirmou ter feito a transição para a sua própria infraestrutura de blockchain Layer 1. Ele enfatizava o crescimento impulsionado pela comunidade através de um programa único de referência e de holding, frequentemente referido como uma carteira de "parking" ou staking. Seu ecossistema incluía um aplicativo móvel projetado para Android e iOS, destinado a permitir que os usuários armazenassem e gastassem a moeda em lojas online e físicas. Os desenvolvedores também afirmaram que a rede suportaria smart contracts, non-fungible tokens e soluções de identidade digital. No entanto, no final de 2024 e início de 2025, este projeto específico de Ruby Coin tem sido alvo de grandes ações legais. As autoridades na Índia prenderam o fundador após investigações sobre alegações de fraude de investimento. Relatórios indicam que o projeto pode não ter possuído a infraestrutura técnica que afirmava ter, com os investigadores a descrevê-lo como um esquema enganoso que usava marketing enganoso para atrair investidores.
Separadamente, existe um projeto de infraestrutura Web3 conhecido como Ruby Protocol, que também usa o símbolo de ticker RUBY. Este projeto é fundamentalmente diferente, focando na construção de uma camada de conta e acesso centrada em intenções. Ele utiliza técnicas criptográficas avançadas, como functional encryption e zero-knowledge proofs, para fornecer privacidade e segurança para aplicações descentralizadas. Ruby Protocol foi projetado para oferecer serviços como account abstraction e cross-chain asset bridging, operando principalmente dentro do ecossistema Polkadot. Ele visa simplificar a experiência do usuário na Web3, permitindo recursos como social recovery e logins baseados em e-mail para carteiras de criptomoedas.
Além disso, existe um projeto mais antigo, legado, chamado Rubycoin, que foi lançado em 2014 como um fork da blockchain Litecoin. Esta versão anterior focava na privacidade através de seus próprios padrões de criptografia e usava um mecanismo de consenso híbrido, embora seja menos comum ser o assunto das discussões atuais da Web3. Os usuários devem ter cuidado para distinguir entre esses projetos, dada a semelhança em seus nomes e símbolos de token.
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